Lutas

Em Criciúma, trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina entram em greve

O PSTU emite todo apoio e solidariedade à greve!

PSTU-SC

5 de fevereiro de 2026
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Trabalhadores da saúde em greve | Foto: Sindisaúde Criciúma/Divulgação

Hoje (5/2), trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), que é de responsabilidade do governo do estado, estraram em greve.

Os motivos são muitos, incluindo o não cumprimento, por parte do governador Jorginho Mello (PL), da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT); atraso de salários; atraso no pagamento do vale alimentação, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do vale transporte; desconto de empréstimos em folha de pagamento sem repasse às instituições financeiras; e não cumprimento do piso salarial.

O IDEAS, que faz administração do hospital, alega ser uma organização sem fins lucrativos (OS), mas na prática é uma empresa que recebe recursos do estado e escancara o problema ao mostrar o caos que é uma empresa capitalista administrar a saúde pública. Comete falhas administrativas, precarização das condições de trabalho, resultando no prejuízo a saúde dos filhos da classe trabalhadora.

A greve é justa e necessária. Além de ser um instrumento legal para lutar por melhores condições de vida, também é ferramenta de organização operária e conscientização política.

Com base na linha política histórica do PSTU de defesa da saúde pública e apoio às lutas da classe trabalhadora, nós nos colocamos em solidariedade aos trabalhadores e ao seu Sindicato, o Sindisaúde Criciúma. Também manifestamos a necessidade de acabar com arranjos entre o estado e empresas privadas na gestão da saúde. É preciso estatizar todo sistema de saúde e que seja gerido democraticamente pelos trabalhadores.

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